sexta-feira, 20 de novembro de 2009

REPENSANDO CELEBRAÇÃO_PARTE III



No primeiro texto “Repensando Celebração”, ousamos desafiar aos que trabalham com arte, que foram dotados com essa habilidade pelo próprio Deus a percebê-la como um canal, uma estratégia para adorá-lo de forma criativa e participativa. No segundo texto “Repensando Celebração_parte II”, identificamos algumas características dentre outras, que marcavam os artistas convocados por Deus no livro do Êxodo, características que evidenciavam o compromisso e a motivação que deveriam acompanhar os que adoravam a Deus de forma agradável a Ele.
Nesse novo momento, chamamos a atenção para uma das muitas responsabilidades daqueles que são vistos como a versão contemporânea dos artistas adoradores do Antigo Testamento.
Segundo o texto de 2 Crônicas 17:7-9, durante o reinado de Josafá, uma delegação constituída por oficiais do rei, sacerdotes e levitas, foi designada para uma missão especial: Percorrer toda a nação ensinando tudo sobre a Lei do Senhor. No capítulo 19 do mesmo livro, encontramos um grupo igualmente composto, agora designado para ministrar em Jerusalém como Juízes cheios do temor de Deus.
É importante notar a responsabilidade delegada a um grupo de líderes que muitas vezes são vistos por nós como vocacionados para servirem apenas na execução da música, no serviço braçal da Casa de Oração, canto, regência etc. Os textos acima nos impulsionam a uma dimensão muito maior das responsabilidades dos vocacionados descendentes das habilidades dos levitas. Na verdade, ajudam a entender o processo de criação de um jovem que nascia nas famílias da tribo de Levi.
Lançando mão de outro texto pertinente em Números capítulo 8:1-26, percebemos que era necessário um período de capacitação considerável não apenas para exercitarem as técnicas nos seus instrumentos e funções braçais, mas o suficiente para conhecer, estudar e viver os preceitos da Lei do Senhor, a ponto de poder ensinar esses preceitos com desenvoltura e autoridade.
Queridos, nosso alvo é adorar ao Senhor em Espírito e em verdade, é dedicar nossa vida por inteiro, dons e talentos, mente e coração. É imperativo liderar o povo de Deus com o discernimento de Seu Espírito, oferecer nosso sacrifício de louvor com a certeza que nos preparamos de forma excelente para tal. Precisamos experimentar autoridade que vem de Deus para servir com palavras proféticas do Seu coração, fruto da intimidade com Ele e não da habilidade de articular belas frases.
“A Arte a serviço da Adoração é o compromisso de conhecer bem a quem sirvo, para servir bem a Ele e a quem deseja adorá-Lo.” Celebremos ao Senhor!

Pr. Joésio Gomes

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