segunda-feira, 17 de agosto de 2009

PARECIDOS DEMAIS


Tenho a oportunidade de conviver com uma comunidade que busca desenvolver relacionamentos saudáveis, comprometidos e sinceros. Tenho também oportunidade de observar e mesmo experimentar momentos de dificuldades, perplexidades e frustrações neste processo de construção relacional (II Co 4:7-9).
Compreendo que tais circunstâncias são até necessárias para que cresçamos nas características do Fruto do Espírito. (Gl 5:22 e 23)
Pensando assim, o que me entristece em alguns momentos é que me vejo confrontado e encontrado em falha pela Palavra que tanto amo. Quando isso acontece? Quando espero que me peçam perdão ao falharem comigo; Quando acredito que as pessoas com as quais compartilho minha vida nunca me decepcionem; Quando alimento a convicção de que não esquecerão de me telefonar no dia de meu aniversário, quando adoecer ou de orarem por mim num momento de tribulação.
Queridos, o confronto vem, quando percebo que eu mesmo não consigo alcançar plenamente esse padrão excelente de relacionamento, porque por vezes não peço perdão a quem feri de forma consciente ou não; noutras se quer agradeço o esforço dos que ajudaram no serviço, e por uma coisa ou outra me esqueço de telefonar ou orar por alguém que amo muito. Afinal de contas irmãos, somos muitos parecidos uns com os outros.

“Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado”. (Gl 6:1)

Jesus é nosso padrão de excelência; “inclusive nos relacionamentos”, e sabendo Ele de nossas deficiências e limitações, lançou mão de homens parecidos conosco, mas que se colocaram sem reservas na condição de Seus discípulos, mostrando assim que também podemos alcançar padrões mais altos nas nossas relações. Amém!

“Não se tornem motivo de tropeço, nem para judeus, nem para gregos, nem para a igreja de Deus.
Também eu procuro agradar a todos, de todas as formas. Porque não estou procurando o meu próprio bem, mas o bem de muitos, para que sejam salvos.” (1Co 10:32,33)

Pr. Joésio Gomes

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